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Por Elisha Greenbaum | |||||||||||||||||||
Você já parou para olhar a semana que passou e se perguntou para onde ela foi? É tarde da sexta-feira; você está absolutamente exausto mas não mais realizado do que estava na segunda pela manhã. Você não conseguiu fazer o suficiente e enfrenta a empolgante perspectiva de fazer tudo de novo na próxima semana. Pior que ignorar as oportunidades financeiras é o triste fato de que não nos desenvolvemos espiritualmente como judeus. Não estou mais espiritual, não estou mais dedicado, e talvez ainda mais cínico do que na semana passada. O que tenho feito para D'us ultimamente, e se não fiz, por que não? O que saiu errado? Eu tinha expectativas tão elevadas sobre a semana à frente, mas fiquei tolhido por tarefas intermináveis e coisas irrelevantes. Não foi por falta de vontade, mas falta de foco. Há muitas distrações competindo pelo nosso tempo e, infelizmente, sacrificamos aquilo que tem propósito pelo prazer, e procrastinamos nossas semanas para frente. Eu sabia que deveria ter ignorado o telefone, a internet, a TV, sonhar acordado, filmes, jornais, e-mails, romances e sudoku, mas o charme disso tudo foi tentador demais e me puxou para o seu vórtice. Por mais que eu quisesse, não pude deixar de ser sugado para a areia movediça fluindo pela ampulheta de minha vida. Pessoas bem-sucedidas na vida têm autodisciplina; a capacidade de priorizar e estabelecer metas. Elas sabem como planejar o trabalho e trabalham para planejar, porém muitos de nós entramos em conflito. Pessoas espirituais estabelecem D'us como seu astro principal e a luz que as guia, porém muitos outros desperdiçam a alma em atividades inúteis e oportunidades perdidas. Eu gostaria de ter achado alguma maneira de me forçar a permanecer em mensagem. Se pelo menos eu pudesse ser trancado numa cela sem distrações e sem desculpas, você pode imaginar o quanto eu teria realizado? Rabi Shimon bar Yochai, autor do clássico cabalístico Zohar, cujo yahrtzeit comemoramos em lag Baomer, teve exatamente esta chance. Fugindo dos romanos, ele e seu filho foram forçados a se esconder numa caverna durante 13 anos. Eles não iam a lugar algum, não viam ninguém, porém aquela foi a época mais preciosa da vida deles. Uma fonte de água e uma alfarrobeira apareceram milagrosamente para supri-los com água e alimento e, sem distrações, sem incômodos, sem complicações e sem desculpas eles passaram o tempo imersos no estudo. Quando o nível da ameaça diminuiu um pouco eles deixaram a caverna, mas que impacto o tempo que passaram ali dentro causou na história! Rabi Shimon entrou como seguidor e saiu como líder. Possivelmente o judeu mais influente daquele período, sua opinião é citada praticamente em todo capítulo do Talmud. A revolução no misticismo que ele engendrou mudou a face do Judaísmo, e até hoje modela e colore nossa maneira de pensar, sentir e interagir uns com os outros e com D'us. Um Tempo para Crescer Vivemos num clima maravilhoso de liberdade e numa época de oportunidade. Os soldados não estão de guarda e nenhum perigo ameaça nossas vidas. Ostensivamente somos livres, porém na realidade estamos sob constante ataque. As distrações acima descritas são todas ferramentas no arsenal de nossa má inclinação; tentando nos impedir de nos conectarmos com D'us e viver em Seu estilo de vida. Quando ameaçados pela negatividade, preguiça e confusão, é uma boa ideia escapar para uma caverna. Deixe de lado um bloco sólido de tempo e não faça absolutamente nada exceto o trabalho que tem em mãos. Desligue o celular, ipad ou o que seja que lhe mantem conectado o tempo todo; coloque um cartaz de “Não Perturbe” e comece a trabalhar. Estude Torá com foco e determinação, e ficará chocado ao ver o quanto consegue realizar. Seus filhos e alunos aprenderão com você e crescerão junto com você. Eles também vão se desenvolver, realizar e se tornarão notáveis. Preocupado com aquilo que está perdendo? Não tem certeza se pode se dar ao luxo de passar tempo estudando? D'us promete que proverá você com todas as suas necessidades. As necessidades surgirão milagrosamente, deixando você livre para se concentrar. Seja o que for que você precise, tudo aquilo que deseja será provido, enquanto você se tranca na caverna dourada da oportunidade e se transforma num líder. Fonte: Beit Chabad - sua referencia judaica na internet. | |||||||||||||||||||
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quarta-feira, 2 de novembro de 2011
A distração...
domingo, 23 de outubro de 2011
Ele está jurando a quem...
20/10 - O Ministro dos Esportes, Orlando Silva, pode ser afastado da política e há rumores de que já exista um substituto para o cargo. Silva está sendo acusado de corrupção no programa 'Segundo Tema'.
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
| Fotos Com Um Propósito | |||||
Por Jessica Naiman | |||||
| Rabino Michael Ogince aponta sua câmera para qualquer coisa que ele ache que vai ilustrar conceitos judaicos. Ele sempre teve uma paixão por fotografia, e quando decidiu, dois anos atrás, fundir seu amor pela câmera com seu amor pelo Judaísmo, ele fez nascer aquilo que ele considera uma obra prima. Em “Fotos com um Propósito”, um blog de fotos oferecido pelo Chabad.org, Ogince partilha seu trabalho com uma plateia que abrange o globo. Toda semana, ele apresenta uma peça original ilustrando uma cena inspiradora vislumbrada no pensamento chassídico e da Torá. “O que gosto em suas fotos é que ele se reinventa a cada semana,” diz Helene Bortz de San Diego, California, uma fã assumida cujo filho a apresentou ao mundo iluminado pela lente de Ogince. “É inspirador, e você sempre encontrará algo que lhe diz respeito,” explica ela. “Ele é como um pequeno raio de sol a cada semana. Traz para você um sorriso, e no mundo de hoje todos precisam disso.” A ideia de Ogince começou com um simples e-mail de uma quinta-feira de 2008, com o fotógrafo distribuindo imagens e cenas a cerca de 60 amigos e membros da família. “Fiz o mesmo na quinta-feira seguinte e na próxima,” disse ele. “E as pessoas começaram a me enviar e-mails de todo o mundo, dizendo “Eu quero esse e-mail.” A foto semanal de Ogince está agora sendo enviada a 12.000 endereços de e-mail no mundo inteiro; América do Norte e do Sul, Europa, repúblicas na antiga União Soviética, China e África.
Durante a adolescência e na casa dos 20 anos, Ogince viajou pelo mundo todo. Passou três meses nas montanhas da Nova Zelândia e percorreu trilhas em partes da Ásia, Europa e América do Norte, sempre com a câmera na mão. O que ele não teve em treinamento formal, diz ele, compensou com um olho vivo para a beleza e as intermináveis oportunidades oferecidas pela natureza. Seu fascínio e sua dedicação pela prática judaica começou aos 22 anos. Ele foi atraído ao Movimento Chabad-Lubavitch, e estudou em yeshivot em Israel e Nova Jersey. Recentemente completou seus estudos rabínicos em Crown Heights no Brooklyn, Nova York, onde mora com sua mulher e uma filha de seis meses. Ogince admite francamente que a fotografia é um trabalho paralelo, embora espere eventualmente devotar toda sua energia a ensinar Judaísmo através da fotografia. Enquanto isso, ele trabalha como diretor de mídia digital e marketing para uma empresa financeira; é também um fisioterapeuta diplomado, especializado em pescoço e dor nas costas. “A fotografia”, escreve ele em seu site pessoal, Oneinfocus.org., é seu “pincel espiritual”. “Amo o Judaísmo e adoro escrever sobre o Judaísmo,” diz ele. “Gosto de pegar conceitos chassídicos e escrevê-los em linguagem simples, que as pesssoas podem digerir e entender.” A parte mais difícil do trabalho de Ogince é escrever as legendas. Trabalho de Amor Ogince separa muitas horas toda semana para fotografar e depois escolhe uma imagem para usar, com a ajuda de sua esposa. Formular a legenda perfeita para acompanhar a foto é um processo entediante, e demora cerca de sete horas para conseguir algo que combine. “Primeiro vem a fotografia, depois a estudo e misturo-a com aquilo que estou aprendendo durante a semana,” explica ele. Para seu material, Ogince procura em muitas fontes, incluindo o Talmud, o compêndio mishnaico de conselhos éticos conhecidos como Pirkê Avot, Salmos e no Tanya, um texto chassídico fundamental escrito no século dezoito pelo primeiro Rebe de Chabad, Rabi Shneur Zalman de Liadi. Ele fotografa praticamente tudo, incluindo pessoas, objetos, arquitetura e natureza. “Uso iluminação bastante complexa,” diz Ogince, que trabalha com uma câmera Nikon D90. “Qualquer profissional artista lhe dirá que o mais importante na fotografia é o olho do fotógrafo,” acrescenta ele. “Não tem nada a ver com a câmera, seja ela cara ou barata. Trata-se de ver e captar o mundo.” As imagens de Ogince com frequência envolvem locais sofisticados e acessórios, como o arranjo de uma luz estroboscópica por trás de um texto religioso para iluminá-lo com um rosa brilhante. Ele consulta um mentor, Rabino Eli Feldman de Sydney, Austrália, sempre que surge uma dúvida sobre halachá, Lei Judaica. “Ele tem sido vital no sentido de ajudar este projeto a ser bem-sucedido,” diz Ogince sobre Feldman. Yechiel Nadler é diretor dos desenvolvimentos do projeto para One in Focus. “Estou empolgado de estar com o grupo porque há tanto entusiasmo em cada foto,” diz Nadler. “É uma maneira muito fácil de ver Divindade nas coisas mundanas.” Bortz concorda. “Dizem que uma imagem vale mil palavras,” diz o morador de San Diego. “Ele tem a imagem e as palavras.” Fonte: Beit Chabad sua referencia Judaica na Internet | |||||
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
A consciencia...
A suspeita sempre persegue a consciência culpada; o ladrão vê em cada sombra um policial
Shakaspeare.
Shakaspeare.
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
O agora...
Só existem dois dias no ano que nada pode ser feito. Um se chama ontem e o outro se chama amanhã, portanto hoje é o dia certo para amar, acreditar, fazer e principalmente viver.
Dalai Lama
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
O ódio...
O ódio nunca desaparece, enquanto pensamentos de mágoas forem alimentados na mente. Ele desaparece, tão logo esses pensamentos de mágoa forem esquecidos.
(Sakyamuni).
(Sakyamuni).
terça-feira, 6 de setembro de 2011
A inveja...
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| Você é uma pessoa invejosa? | ||||||||||||||||||||||||||||
Por Rabino YY Jacobson | ||||||||||||||||||||||||||||
O último dos Dez Mandamentos diz: “Não cobiçarás a mulher do teu vizinho; não cobiçarás a casa do teu vizinho, nem seu campo, nem seu servo, nem sua serva, nem seu boi, nem seu burro, nem coisa alguma que pertence a teu vizinho.” (Devarim 5:17, Shemot 20:14). A estrutura do versículo parece estranha. No início, a Torá especifica sete coisas que não devemos cobiçar: “Não cobiçarás a mulher do teu vizinho; não cobiçarás a casa do teu vizinho, nem seu campo, nem seu servo, nem sua serva, nem seu boi, nem seu burro.” Mas então, na conclusão do versículo, a Torá declara: “Nem coisa alguma que pertence ao teu vizinho.” Por que a redundância desnecessária? Por que não declarar apenas no início “Não cobiçarás nada que pertence ao teu vizinho,” o que incluiria todos os especificados? E se a Torá não deseja confiar em generalizações, por que especifica apenas uns poucos itens e então de qualquer maneira reverte à generalização: “E coisa alguma que pertence ao teu vizinho?” Uma História Holística Em hebraico, a palavra empregada para “alguma coisa” e “tudo” é idêntica, “Kol”. Portanto, o versículo acima também pode ser traduzido como “Não cobiçarás a mulher do teu vizinho; não cobiçarás a casa do teu vizinho, nem seu campo, nem seu servo, nem sua serva, nem seu boi, nem seu burro, e tudo que pertence ao teu vizinho.” Ao concluir o versículo com essas palavras, a Torá não está apenas nos instruindo a não cobiçar coisa alguma do nosso vizinho, mas também nos ajudando a atingir este difícil estado de conscientização. Como se poderia exigir de uma pessoa que não seja invejosa? Quando entro em sua casa e observo as suas condições de vida, seus carros, suas contas bancárias e seu estilo de vida em geral, como eu poderia não ficar invejoso? A resposta é: “Não cobice tudo que pertence ao seu vizinho.” O que a Torá está nos intimando a fazer é que de fato é fácil invejar a casa e a mulher do vizinho, seus servos, seu boi e seu burro; porém a pergunta que você tem de fazer a si mesmo é: você cobiça “tudo que pertence ao seu vizinho?” Você está preparado para assumir completamente a vida dele? A realmente transformar-se nele? Você não pode ver a vida como centenas de eventos e experiências desconectados. Não pode se ligar a um aspecto da vida de alguém e declarar: “Eu gostaria de ter o casamento dele (ou dela), sua casa, sua carreira, seu dinheiro…” A vida é uma experiência integrada e holística. Cada vida, com suas bênçãos e desafios, com seus obstáculos e oportunidades, constitui uma história única, uma narrativa que começa com o nascimento e termina com a morte. Toda experiência em nossa vida representa um capítulo de nossa história única, singular, e não temos o luxo de desconectar um capítulo da história de alguém sem abraçar a jornada inteira da sua vida. Quando você isola apenas uns poucos aspectos da vida de outra pessoa, é natural ficar invejoso. Mas quando se torna consciente de “tudo que pertence ao teu vizinho”, sua percepção é alterada. Você deseja realmente adquirir tudo que está acontecendo na vida dele ou dela? Portanto, na próxima vez em que sentir-se cobiçando a vida do outro, pergunte a si mesmo se você realmente quer se tornar aquela pessoa. Fonte: Beit Chabad | ||||||||||||||||||||||||||||
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segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Tem dia para tudo...
6 de Setembro, dia do sexo.
Há dois anos, uma das empresas fabricantes de preservativos criou o Dia do Sexo – dia 6 de setembro. De acordo com os idealizadores, o objetivo é que a sociedade brasileira possa discutir o assunto levando as pessoas a se questionarem mais, disseminar informações corretas, quebrar tabus, acabar com preconceitos e apoiar a conscientização do sexo seguro.
Aproveitamos a oportunidade para lembrar que o momento de uma relação sexual sem preservativo pode trazer grandes consequências para as pessoas. Desde uma gravidez fora de hora até as DST – Doenças Sexualmente Transmissíveis e infecção pelo Hiv (vírus da Aids).E a lista das DST está aumentando. Além das “clássicas” DST como a gonorréia e a sífilis, o HPV vem aumentando e até podendo levar ao câncer de colo de útero e de pênis. Duas novas DST também estão se disseminando: a hepatite B ,responsável por uma importante inflamação no fígado podendo chegar a cirrose e o vírus HTLV 1, que pode provocar paralisia de membros inferiores. Além dessas novas DST, uma bastante antiga está causando consequências em quem nunca teve relação sexual: a Sífilis Congênita vem provocando graves consequências para os bebês, por um descuido no pré-natal. O descuido não é apenas da futura mãe mas, do seu parceiro sexual que não fez os exames no pré-natal ou não se tratou quando a sífilis foi diagnosticada na gestante, também descuido dos serviços de saúde.
Devemos aproveitar esta novidade do dia 6 de setembro - dia do sexo, para refletirmos sobre importância de uma relação sexual com segurança, utilizando corretamente o preservativo masculino ou feminino.
Usar camisinha nas relações sexuais é uma atitude de amor à sua vida, ao parceiro ou parceira sexual e até de amor aos filhos.
Almir Santana – Médico sanitarista, Gerente do Programa Estadual de DST/Aids de Sergipe.
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
As pessôas...
As pessoas boas dormem muito melhor à noite do que as pessoas más. Claro, durante o dia as pessoas más se divertem muito mais.
Woody Allen
sábado, 27 de agosto de 2011
A história de Sansão...
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| O Poderoso Samson | ||||
| Juiz e Líder (2810-2831) | ||||
| Por Nissan Mindel Durante quarenta anos longos e difíceis, com poucos intervalos, os judeus sentiram o peso esmagador da opressão, não conseguindo O nascimento de Samsonter uma vitória decisiva sobre seus cruéis inimigos. Os Filisteus eram o "chicote" com que o Todo Poderoso estava punindo os judeus por sua deslealdade com Ele. Certo dia, quando Zealphonis, uma judia, estava caminhando pelo campo, algo maravilhoso lhe aconteceu. Um anjo do Céu apareceu e disse: "Você terá um filho, que algum dia resgatará o povo judeu de seus inimigos. Ele será extraordinário – mais forte que um leão, mais ligeiro que um cervo; e seu espírito será livre e destemido. Você deve lembrar que a vida dele será consagrada ao serviço de D'us. Portanto, nunca corte seu cabelo, e não lhe dê vinho ou bebidas, mas somente os alimentos mais puros, pois ele será um Nazir!" Zealphonis ficou extasiada. Durante anos tinha ansiado por um filho, mas agora, finalmente, sua desejo seria realizado. Ela apressou-se a contar a boa notícia ao marido, Manoa, e os dois se alegraram juntos. Quando ela teve o filho, deu-lhe o nome de Samson, Shimshon em hebraico, da palavra shemesh, "sol". Ela sentia que Shimshon estava destinado a ser brilhante e poderoso como o sol, e libertaria o povo judeu daqueles horríveis filisteus. Ainda muito jovem, Samson revelara notável força física. Um dia, estava vagando pela floresta, quando viu-se frente a frente com um leão feroz. O leão atacou, mas Samson, impávido, matou o leão com as mãos nuas, como se fosse um gatinho. À medida que Samson chegava à idade adulta, começou a se ressentir cada vez mais da opressão do seu povo pelos filisteus. Porém ele era muito humilde para aceitar a liderança de um exército judaico. Decidiu que se vingaria dos filisteus engajando-os em conflitos pessoais e os intimidando, para que não pudessem mais molestar seus irmãos judeus. Samson na Filistéia Samson começou a procurar maneiras de se aproximar do inimigo. Para isso era necessário ganhar a confiança deles, e ao mesmo tempo achar boas desculpas para uma vingança pessoal contra eles. Um dia Samson conheceu uma mulher na cidade Timná que estava pronta a aceitar a fé judaica e ser sua esposa. Na festa do casamento, estavam reunidos todos os jovens da cidade que tinham ido participar das festividades. Samson agora tinha uma oportunidade de colocar seu plano em prática. Falou aos homens: "Vou propor um enigma e se vocês puderem resolvê-lo, darei a cada um uma veste. Mas se não adivinharem a charada, então cada um de vocês me dará uma roupa." Os filisteus ficaram contentes de aceitar este desafio, e Samson pediu a eles: "Do comedor sai carne e do forte sai doçura. O que é isso?" Quando Samson lhes apresentou o enigma, nem um sequer pôde encontrar uma solução. Apelaram à esposa de Samson para conseguir a resposta do marido. "Você não é uma de nós? Deixará seus compatriotas serem derrotados e humilhados por um hebreu? Se não encontrar a resposta para nós, colocaremos fogo na casa de seu pai!" ameaçaram eles. A esposa de Samson começou a pressioná-lo para contar a resposta da adivinhação. Samson finalmente cedeu, e contou-lhe a história que o levou a formular a charada desta maneira: "Quando eu estava indo a Timna pela primeira vez, um leão jovem urrou para mim no vinhedo perto da cidade. Agarrei o leão pelas mandíbulas e o parti no meio com a maior facilidade. Ora, quando eu estava vindo para cá para casar-me com você lembrei-me do leão, e decidi dar uma olhada na carcaça. Dentro dela encontrei uma colméia, enfiei a mão e trouxe-a cheia de mel. Foi o mel mais doce que jamais provei. Agora você sabe por que propus este enigma para os filisteus!" No sétimo dia da festa, pouco antes do pôr-do-sol quando estava para acabar o tempo para dar a solução da charada, os filisteus procuraram Samson e disseram: "O que é mais doce que o mel? E o que é mais forte que um leão?" O feito de Samson Samson percebeu logo que fora traído pela esposa, e deixou a cidade tomado pela fúria. Indo para Askelon, vingou-se matando trinta perversos palestinos ali, e então enviou suas roupas aos homens que tinham vencido a aposta, embora de forma desonesta. Voltando a Timna com um presente para sua mulher, Samson descobriu que o pai dela a tinha casado com outro homem. Samson ficou furioso, pois nem um filisteu sequer protestou contra o ato escandaloso. Samson apanhou trezentas raposas, amarrou-lhes as caudas e colocou tochas acesas entre cada par de caudas. Levando as raposas até os campos de milho dos filisteus, Samson começou uma terrível conflagração que destruiu a colheita dos filisteus. Além de vingar sua própria ofensa, isso foi para ensinar aos filisteus uma lição por pilharem com freqüência a Terra de Israel. Os filisteus imediatamente tentaram abrandar a ira de Samson queimando a casa da sua esposa infiel, e a casa do pai dela. "Somente eles foram responsáveis pela fúria de Samson" – disseram eles. Mas quando Samson soube da inesperada penitência dos filisteus, disse: "Agora é tarde demais para vocês defenderem minha honra. Agora terei minha vingança!" E Samson, sozinho, confiando apenas na sua imensa força, lutou contra os filisteus e os derrotou apenas com as mãos em muitos combates. Em seguida foi viver entre as rochas de Etam. Os ataques de Samson aos filisteus aumentaram o ódio deles. Com um poderoso exército, os filisteus foram até Yehuda e acamparam perto da cidade de Lehi. Os filisteus enviaram uma mensagem para Yehuda: "Se vocês nos entregarem Samson, nós os deixaremos viver em paz, mas se não atenderem nosso pedido, destruiremos toda a sua terra!" O prisioneiro – um vencedor Você pode imaginar que efeito essas palavras tiveram sobre os homens da tribo de Yehuda quando viram a grande quantidade de armas e o poderoso exército dos filisteus. Os homens de Yehuda foram a Samson. "Samson" – disseram eles – "os filisteus nos matarão, queimarão nossas casas, prenderão nossas mulheres e filhos se não entregarmos vocês às mãos deles. Neste exato momento estão nos portões de Yehuda." "Muito bem" – respondeu Samson – "podem me amarrar, mas prometam que não me machucarão." Eles asseguraram a Samson que o entregariam incólume aos filisteus. Então Samson permitiu que o amarrassem. Eles o amarraram com cordas novas e fortes, e com uma prece pela sua libertação o levaram para os filisteus. Um grito de alegria elevou-se do acampamento dos filisteus, quando viram o poderoso inimigo atado com cordas e inteiramente à mercê deles. Mas, naquele momento, Samson sentiu que o espírito de D'us lhe concedia uma força sobrenatural. De repente, as cordas que seguravam suas mãos e braços com tanta força se tornaram fracas como linha, e com a maior facilidade ele soltou as mãos das amarras. Surgiu nele uma ira terrível e assustadora. Irrompendo pelo campo de batalha, ele atacou mil guerreiros filisteus e os destruiu com nada mais que um osso de jumento que tinha apanhado no chão, e os filisteus fugiram em debandada. Depois dessa vitória espetacular, os judeus perceberam que Samson fora escolhido por D'us para liderá-los, e o designaram como Juiz. (Ele foi o 13º Juiz de Israel desde Yehoshua). Samson jamais deixou de realizar seus feitos admiráveis que o tornaram famoso. Um dia, quando estava em Gaza, os filisteus foram informados de sua presença. Cercando a cidade, eles esperaram em silêncio pelo nascer do sol, quando ele se poria a caminho; então o atacariam para matar. Mas Samson, que tinha ouvido dizer que os filisteus cercavam a cidade, não esperou o dia nascer. Na escuridão da noite, deixou a casa. Chegando aos portões da cidade, encontrou-os trancados. Com notável facilidade, arrancou os portões e os pilares, carregando-os até Hebron em Yehuda. Samson e Dalila Samson casou-se de novo com uma mulher chamada Dalila, depois que ela se tornou judia. Os líderes filisteus procuraram Dalila certo dia e lhe disseram: "Dalila, você precisa descobrir o segredo da grande força do seu marido. Se conseguir para nós o segredo da força de Samson, nós a recompensaremos bem. Você ficará rica. Terá tudo aquilo que seu coração desejar!" Dalila não pôde resistir a esta oferta de riqueza. E assim, a desalmada criatura concordou em vender a vida do marido por algumas moedas de prata. Mas agora, o problema persistia – como arrancar a verdade de Samson. Dalila era uma criatura ardilosa – ela encontraria uma maneira. Usando toda a astúcia e as artimanhas que possuía, ela atormentou-o tenazmente com a pergunta: "Qual é o segredo da sua força?" até que ele não conseguiu mais tolerar. "Se você me amarrar com sete cordas novas que jamais foram usadas, então não serei mais forte que qualquer homem comum" – disse-lhe Samson. Dalila contou o segredo aos líderes filisteus, e eles levaram a ela sete cordas novas sem uso. Dizendo que queria ver se ele tinha contado a verdade, ela persuadiu Samson a deixar-se amarrar, sem saber que os filisteus esperavam para cair sobre ele na alcova de Dalila. Então ela gritou: "Samson, os filisteus estão atrás de você!" Ouvindo estas palavras, Samson rompeu as cordas sem nenhum problema, como se fossem teias de aranha. Dalila não desanimou. "Oh, Samson" – lamentou-se ela – "você me enganou! Todos os seus votos de afeição eram apenas uma zombaria e uma falsidade! Venha, diga-me onde está o segredo da sua força!" Muitas e muitas vezes Samson enganou-a com pistas falsas sobre o mistério de sua força. No entanto, Dalila não desistiu de seus esforços para seduzi-lo a contar a verdade. Finalmente, Samson não pôde mais suportar aquele assédio constante, e contou-lhe o segredo da sua força. "Desde o meu nascimento, jamais cortei meu cabelo, pois sou um Nazir; se meu cabelo for cortado, perco minha força, pois D'us não estará mais comigo!" A traiçoeira Dalila sabia que Samson estava dizendo a verdade dessa vez. Apressou-se a chamar os líderes filisteus. Quando Samson estava adormecido, um dos homens cortou seu cabelos e então Dalila gritou: "Samson, os filisteus estão te atacando!" Samson saltou e preparou-se para se defender. Porém a Divina Providência, que antes o dotara com uma força extraordinária, se afastara dele, e os homens o dominaram facilmente. Os perversos filisteus furaram seus dois olhos e o levaram acorrentado para Gaza. Os filisteus fizeram uma grande festa para celebrar sua vitória sobre Samson. Reunidos no grande salão em Gaza, eles cantaram e dançaram, dando graças ao seu deus, Dagon, por entregar Samson em suas mãos. Então mandaram buscar Samson cego, para que ele os divertisse. Atormentado e humilhado, ele não pôde suportar suas cruéis zombarias e sua adoração idólatra. Voltando-se ao seu guia, ele disse: "Leve-me aos pilares, para que eu possa me encostar neles e descansar por um minuto." O rapaz obedeceu. Samson, dominado pela ira e pela dor, invocou o Eterno: "Ó D'us, dê-me força mais essa vez. Deixe que eu me vingue destes cruéis filisteus para que saibam que és o Único D'us. Não me importo se eu morrer com eles." Mais uma vez, sentiu o espírito de D'us dentro dele. Com um golpe poderoso, Samson arrancou os pilares. No momento seguinte, as paredes e o teto desabaram, e não sobreviveu sequer um único filisteu. Samson, também foi morto pelo desabamento. Mais tarde seus restos mortais foram levados ao seu país de origem, e foi enterrado no solo pelo qual tinha lutado tão corajosamente. Samson foi o sábio juiz do povo de Israel durante vinte anos. Fonte: Beit Chabad | ||||
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
" Aonde estamos..."
Coronel admite participação de PMs em morte de juíza.
O comandante-geral da Polícia Militar do Rio de Janeiro, coronel Mário Sérgio Duarte, reconheceu hoje que houve a participação de PMs na execução da juíza da 4ª Vara Criminal de São Gonçalo, Patrícia Acioly, morta com 21 tiros na porta de casa, no último dia 12. O coronel anunciou que vai abrir uma investigação interna por conta da informação de que os projéteis de calibre .40 que atingiram a magistrada pertenciam a um lote comprado pela corporação e eram utilizados por batalhões do interior do Estado, entre eles o 7º Batalhão (São Gonçalo).
A juíza já havia recebido várias ameaças de morte. Em algumas decisões de Patrícia, está a prisão de policiais militares de São Gonçalo que sequestravam traficantes e, mesmo depois de matá-los, entravam em contato com familiares e comparsas exigindo dinheiro para soltura.
A juíza já havia recebido várias ameaças de morte. Em algumas decisões de Patrícia, está a prisão de policiais militares de São Gonçalo que sequestravam traficantes e, mesmo depois de matá-los, entravam em contato com familiares e comparsas exigindo dinheiro para soltura.
Fonte: Diário do grande abc
sábado, 20 de agosto de 2011
" Contra a Dengue "
RECEITA DE REPELENTE CASEIRO
Recebi este e-mail de um amigo baiano. Como já conheço a receita a muito tempo e sei de sua eficácia, não tive dúvidas em posta-la aqui. A minha receita é um pouco diferente do e-mail, mas as duas são igualmente boas.Veja:
INGREDIENTES:
2 xícaras de álcool hidratado (o comum)
2 colheres de cravo da índia
4 colheres de óleo de girassol para pele (você encontra em qualquer farmácia)
Coloque em um vidro, pode ser um de álcool mesmo, tampe, deixe macerar por 24 horas e aplique na pele várias vezes ao dia.
Fonte: plantarecultivar.blogspot.com
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
" A adversidade..."
O homem e sua criatividade na adversidade pelo mundo afora
Criar para sobreviver….
Mais uma vez volto o olhar para aquele que busca encontrar seu prumo apesar da adversidade. Observei, nas minhas andanças pelo mundo afora, que nas situações inusitadas o excluído, apesar de sofrido, ainda tem forças para reagir no minímo com o que encontra pela cidade. Sim, na adversidade o ser humano, não importa onde ele esteja, se supera diante dos infortúnios.
Veja um exemplo:
Fonte: geografiadavida.wordpress.com

Mais uma vez volto o olhar para aquele que busca encontrar seu prumo apesar da adversidade. Observei, nas minhas andanças pelo mundo afora, que nas situações inusitadas o excluído, apesar de sofrido, ainda tem forças para reagir no minímo com o que encontra pela cidade. Sim, na adversidade o ser humano, não importa onde ele esteja, se supera diante dos infortúnios.
Veja um exemplo:
Fonte: geografiadavida.wordpress.com
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
" Homeopatia "
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terça-feira, 16 de agosto de 2011
" Um pouco de Reik"
História do Reiki
Grand Reiki Mikao UsuiDiante de uma pergunta realizada por universitários de Doshida, o professor Mikao Usui não soube responder, pediu demissão do cargo e foi em busca de respostas não só para seus alunos mas para si mesmo.
Nessa época, tal procedimento gerou em cima da seguinte discussão: se Usui acreditava literalmente na Bíblia, Usui respondeu que sim. Então eles o lembraram das curas de Cristo, mencionando a Bíblia: “Você fará como Eu tenho feito, mesmo as grandes coisas”. Queriam saber por que os seguidores de Cristo não conseguiam repetir suas curas mesmo ele tendo dito aos apóstolos: “curem os doente e levantem os mortos”.
Mikao Usui realizou muitas viagens e estudos voltados para a Teologia, a língua Sânscrito, os ensinamentos de Buda, até que acabou por encontrar documentos originais dos Sutras, documentos com símbolos sagrados da fórmula usada por Buda para curar. Porém as informações dos documentos estavam incompletas.
Certo dia decidiu deixar o mosteiro onde vivia e fazer um período de jejum, no Monte Kurama, uma montanha sagrada localizada a 25 km de Kyoto. Levou consigo os Sutras, um cantil de água e vinte e uma pedras que lhe serviriam de calendário. Iniciou a sua meditação. Finalmente, na madrugada do vigésimo primeiro dia, com a consciência ampliada pelo jejum e a meditação, encontrou o que tanto procurava e recebeu sua iniciação de Reiki, resgatando o método de cura pelas mãos.
Os primeiros alunos
Mikao Usui elaborou um plano para divulgação do método de cura ao mundo, juntamente com seus colegas abades. Sua intenção era divulgar o Reiki da melhor maneira possível, de modo a que beneficiasse os mais carentes. Iniciou o ensino do Reiki nos bairros pobres de Kyoto. Para realizar tal plano, tornou-se vendedor ambulante de verduras. Os resultados foram ótimos. Muitos se curaram completamente e a prática do Reiki estava servindo a excelentes propósitos, atingindo com isso seus objetivos.
Em vista de seu êxito Usui, durante os próximos três anos, peregrinou pelas cidades e aldeias vizinhas a Kyoto, procurando seus primeiros alunos.
Desiludido por encontrar seus primeiro alunos de volta à mendicância, compreendeu que a cura do espírito é tão importante quanto a cura do corpo e descobriu que tais alunos não haviam aprendido nada em relação à responsabilidade, dignidade e principalmente gratidão, que apesar de sadios, continuavam desejando ser miseráveis. Entendeu que o Reiki só havia ratificado o desejo maior daquelas pessoas, que queriam ser mendigos. Aprendeu a importância da troca de energia entre as pessoas e que as pessoas precisam dar algo por aquilo que recebem.
Grand Reiki Master Dr. Chujiro Hayashi
O Dr. Chujiro Hayashi conheceu Mikao Usui quando se encontrava desligado dos trabalhos em uma de suas palestras, ficando interessado no método de cura tornando-se um dos mais devotos seguidores de Usui, acompanhando-o pelas viagens ao Japão.
O Dr. Hayashi foi seu sucessor, assumindo a responsabilidade pela continuidade do trabalho de difundir o Reiki e formar novos mestres. Fundou a primeira clínica de Reiki em Tokyo, documentando detalhadamente seu trabalho, comprovando que o Reiki revitalizava o corpo físico, além de encontrar a causa dos problemas.
Além do trabalho em sua clínica, dedicou-se ao ensino do Reiki. Com suas experiências e práticas, sistematizou posições de aplicação e dividiu o curso em níveis. Denominou a técnica de Usui Reiki, em homenagem ao seu mestre.
Em 1938, com a aproximação de uma grande guerra, o Dr. Hayashi decidiu formar outros mestres, selecionando sua esposa, Chie Hayashi e a Sra. Hawayo Takata. E antes de falecer, numa terça-feira, 10 de maio de 1944, selecionou a Sra. Hawayo como sua sucessora. Nesta ocasião haviam apensa cinco mestres de Reiki vivos, inclusive sua esposa.
Grand Reiki Master Hawayo Takata
Com a recessão econômica, o excesso de trabalho e a responsabilidade com as filhas, Hawayo Takata adquiriu problemas sérios de saúde. Sozinha, acabando de ter perdido uma irmã e sem seus pais que partiram de férias por um ano no Japão, Hawayo decidiu partir para o Japão. Também queria tratar-se na Clínica Maeda, em Akasaka, mesmo local que tratara seu falecido marido.
Lá chegando, Hawayo recebeu a informação do resultado de seus exames e a cirurgia marcada. No entanto, Hawayo ouviu uma voz que lhe repetiu várias vezes “a operação não é necessária”, isto pouco minutos antes da cirurgia que foi interrompida. Ela então acabou por procurar, sob indicação, a clínica de Dr. Hayashi.
Seu tratamento teria sido um sucesso e o Dr. Hayashi passou a lhe ministrar os ensinamentos de Reiki, na troca dos préstimos de Takata, que deveria trabalhar na clínica durante o resto daquele ano.
Pouco antes de sua morte, o Dr. Hayashi reuniu seus alunos e comunicou que Hawayo seria sua sucessora. Hawayo foi também a introdutora de método no ocidente e suas experiências ensinou que todas as pessoas que recebiam o método sem pagar, não davam valor a este. Seguindo o conselho de seu mestre, o Dr. Hayashi, estipulou preços para o ensino dos níveis de Reiki.
Em Chicago, Hawayo cursou a Universidade Nacional de Medicina sem medicamentos, a fim de aprimorar seus conhecimentos técnicos. Durante mais de trinta anos foi terapeuta de Reiki e formou alunos. Iniciou vinte e dois mestres a fim de dar um impulso significativo ao Reiki e impedir seu monopólio. Recomendou-lhes que seguissem a liderança de Phillis Lei Furumoto, sua neta e que esta seria sua sucessora.
Fonte: ARCA.
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